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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Cartão pré-pago: opção de mesada para seu filho

O quanto antes uma criança tiver contato com dinheiro (de maneira monitorada, obviamente), melhor será a sua relação com ele no futuro. Assim, receber mesada é visto, por especialistas no assunto, como algo saudável na educação financeira, já que incentiva a criança a tomar decisões quanto ao uso do seu dinheiro.
E você sabia que a mesada pode, também, ser um ótimo instrumento para apresentar, aos "pequenos", os diferentes meios de pagamento existentes?
Isso mesmo. No passado, a mesada era automaticamente associada ao dinheiro de papel, às moedas e ao tradicional cofrinho. Hoje, no entanto, a mesada já pode ser apresentada de outras formas. Você já ouviu falar nos cartões pré-pagos? São cartões, na função débito ou crédito, nos quais é possível pré-estabelecer um limite para os gastos.
Educação financeira
Além da facilidade e da segurança de não ter que carregar dinheiro, os cartões podem ser grandes aliados do planejamento e da educação financeira, seja de adultos e crianças.
Com a ferramenta, ao determinar o saldo disponível no cartão, os pais acabam forçando os filhos a se planejarem para não gastarem mais do que podem.
Em alguns produtos, os portadores dos cartões podem sacar, guardar dinheiro para necessidades futuras ou comprar em estabelecimentos credenciados, como cinema, lanchonetes etc.
Já os pais, podem controlar os gastos dos filhos, já que, na maioria dos produtos, todos os saques ou compras são debitados no saldo da sua conta corrente.
O dinheiro de plástico
Como todo instrumento de pagamento, o uso do dinheiro de plástico exige alguns cuidados, que devem ser passados para os pequenos desde cedo, incentivando o uso consciente do dinheiro e a responsabilidade na hora dos gastos.
Atenção às dicas da Abecs - Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e de Serviços:
  • mantenha o cartão em lugar seguro;
  • evite amassá-lo e dobrá-lo;
  • não danifique a tarja magnética e/ou chip, evitando riscar ou deixar em contato com campos magnéticos ou aparelhos eletrônicos;
  • evite atritos com metais, inclusive clipes;
  • não empreste o cartão a outras pessoas;
  • evite exibir ou informar o número do cartão;
  • a senha é individual e intransferível; portanto, não deve ser divulgada a ninguém;
  • tenha cuidado ao digitar sua senha, não permitindo que estranhos possam identificá-la.
fonte: www.financaspraticas.com.br
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Reclamações contra cartão de crédito são recordistas no Procon

Dificuldade em negociar dívida com operadoras de cartão de crédito ou lojas que disponibilizam esta forma de pagamento está entre as quatro queixas mais registradas no Procon do Paraná. De acordo com o órgão de defesa do consumidor, até 14 de fevereiro foram 4.904 registros de cobrança indevida, falta de informações sobre os juros cobrados e taxas e multas abusivas.






Simone dos Santos Lemes, operadora de marketing, demorou dois anos para conseguir negociar o valor devido para uma operadora de cartão de crédito. Mas o problema não foi resolvido por inteiro. Dois meses depois do pagamento, de acordo com Simone Lemes, o nome dela não saiu do cadastro de devedores e a solução foi procurar o Procon.

No momento de contratar os serviços, afirmou a advogada do Procon no Paraná, Cláudia Silvano, é preciso tomar alguns cuidados como ler atentamente o contrato antes de assinar, não gastar além do orçamento e evitar o pagamento do valor mínimo. Caso o consumidor opte por parcelar o valor devido, ele deve tentar negociar a taxa de juros.

A advogada orientou que se não for possível estabelecer um acordo, o cidadão deve procurar o Procon ou outros órgãos de defesa do consumidor como Juizados Especiais e Justiça comum.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fuja das cobranças indevidas dos bancos

Para aprender a não cair em uma roubada, o consumidor precisa ter tempo e paciência. Os bancos estão cada vez mais regulamentados, mas mesmo assim volta e meia aparece no extrato o famoso SCC (‘Se colar, colou’). São tarifas que não podem ser cobradas ou, pelo menos, não da maneira que vêm sendo cobradas.

Só para se ter uma idéia do impacto das tarifas indevidas no orçamento, imagine a seguinte história: o banco faz uma cobrança não autorizada de débito em sua conta, mas você decide não reclamar porque são apenas R$ 9,90. Caso você não reclame, no fim do ano já serão R$ 118,80. Em dez anos, esse montante será de R$ 1.118,00.

Essa é uma situação hipotética, mas que merece nossa devida atenção. Só no mês de dezembro de 2010, o Banco Central registrou 138 reclamações referentes apenas a cobrança de débitos não autorizados pelo cliente — tópico com maior número de reclamações. Esse número pode não ser tão assustador, mas se essa taxa fosse cobrada dos quase 20,6 milhões de usuários do banco Itaú equivaleria a R$ 263.340.000.

Qualquer valor retirado de uma conta bancária sem autorização é considerada apropriação indébita, e o banco deve ser punido com base no Código de Defesa do Consumidor e Código Penal, conforme explica Luciano Duarte Peres, especialista em Direito Bancário e presidente do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor Bancário (IBDConB).

“Infelizmente, como vivemos no período da ditadura financeira, a morosidade judiciária ajuda a perpetuar a forte ganância do Banco com os lucros fáceis. Todo processo de devolução de valores é demorado”, destaca Peres ao Opinião e Notícia.

A resistência dos bancos
Os bancos sempre tiveram a obrigação de informar claramente o consumidor, mas eles apresentavam resistência com o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O cenário mudou depois de 2008, quando os bancos foram obrigados a seguir as regras do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Entre outras coisas, a resolução 3518/2007 estabeleceu a padronização da nomenclatura das tarifas bancárias. Após esta determinação, o Conselho ainda proibiu a cobrança da tarifa de renovação cadastral (nº 3466/set 2009) e da tarifa pelas emissões de boletos, carnês e assemelhados (nº 3693/2009).

Atualmente, qualquer cliente bancário tem direito a uma cesta de serviços essenciais gratuitos. Esta gama de serviços inclui a maior parte das operações realizadas por um cliente comum. O consumidor deve apenas ter cuidado para não solicitar um serviço fora deste pacote básico — um DOC, por exemplo — que seria cobrado à parte.

Pesquisa alarmante sobre os erros dos bancos
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) realizou uma pesquisa com os dez maiores bancos do país em 2009. Para isso, nada mais justo do que abrir uma conta e testar na prática as reclamações dos clientes e verificar a resposta dos bancos.

Após 12 meses de relacionamento, o Idec fez um balanço de tudo o que aconteceu. Para isso, foram criadas três frentes de avaliação: “práticas bancárias”, “análise dos contratos de abertura de contas” e “análise dos contratos de concessão de crédito”.

No quesito ‘práticas bancárias’, foram avaliadas 16 práticas dos bancos, todas com amparo legal. O número de itens respeitados por cada banco foi dividido por 16, resultando em um índice de 0 a 100%.

O desempenho médio das instituições foi de 55%. Os bancos Real e Santander tiveram a pior marca: 38%. Bradesco, Caixa Econômica Federal e o Itaú foram os bancos mais “bem cotados”, todos com 69%, porém muito aquém do esperado pela pesquisa.

A saga do cartão de crédito
Entre as irregularidades constatadas, o Idec destacou o envio de um cartão de crédito sem solicitação pelo Unibanco. Mesmo bloqueado, o cartão foi clonado, o que gerou uma fatura de R$ 1.083. O banco cobrou ainda uma taxa de seguro de perda ou roubo no valor de R$ 3.

Apesar de entrar em contato com o Unibanco, o pesquisador teve de enviar uma carta relatando o episódio. Qual não foi a surpresa ao constatar que nos três meses seguintes vieram faturas cobrando o seguro e os juros sobre o valor não quitado. O problema só foi resolvido após o quarto contato com o banco.

De acordo com o instituto, o envio de cartão de crédito sem solicitação do cliente e a cobrança de seguro ferem o artigo 39, III, do Código de Defesa do Consumidor (CDC), segundo o qual é prática abusiva “enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto ou fornecer qualquer serviço”.

Uma luz no fim do túnel
Lançado há três anos pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Star foi criado com o intuito de trazer mais transparência para o sistema bancário. Não é o fim da dor de cabeça, mas um início para a conscientização dos clientes sobre as tarifas cobradas pelos bancos.

Caso o desentendimento já tenha acontecido, o IDEC preparou um passo a passo de como lidar com o problema:

1) Procure o banco e tente resolver amigavelmente. Segundo Peres, devemos ter o cuidado de sempre fazer a reclamação de forma escrita, seja através de e-mail ou de correspondência devidamente protocolada.

2) Caso seu problema não tenha sido resolvido ou estiver demorando, procure a ouvidoria de seu banco. Os bancos têm de disponibilizar, por meio de uma linha 0800, um setor de ouvidoria para atender diretamente seus clientes.

3) Registre sua reclamação no Banco Central (BC) para ajudar outros consumidores. Sua experiência negativa pode ser uma importante fonte de pesquisa para outros clientes.

4) Se o banco não resolver o seu problema, procure o Procon mais próximo.

5) Se ainda assim não tiver conseguido solucionar seu problema, recorra à Justiça.

Fonte: Opinião e Notícias
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vereadores são denunciados pelo Ministerio Publico

Vereadores de General Câmara são denunciados pelo Ministério Público por farra nas diárias

Vereadores e assessores das Câmaras de Triunfo, Dom Pedrito de Alcântara e Humaitá já haviam sido indiciados pela polícia



Dois vereadores de General Câmara, no Vale do Taquari, foram denunciados pelo Ministério Público por envolvimento na farra das diárias. A denúncia foi mostrada em agosto do ano passado pela RBS TV.

Mário Ricardo de Souza Albanus, do PSL, e Rodrigo de Lima Leite, do PP, são acusados de uso do dinheiro público em proveito próprio, estelionato e falsificação de de documentos. A reportagem mostrou que os políticos viajaram a Foz do Iguaçu para participar de um curso de qualificação que não existiu.
Dez vereadores e assessores das Câmaras de Triunfo, Dom Pedrito de Alcântara e Humaitá já haviam sido indiciados pela polícia. Eles foram flagrados fazendo turismo no horário em que deveriam estar em sala de aula.
RBS TV
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

MMN... Que bicho é esse?


MMN, o Marketing de rede, ou Marketing Multi Nível, tem vários nomes, também conhecido como marketing de relacionamento, netword marketing etc.

Mas nada mais é que o desenvolvimento de um trabalho junto com alguns amigos e no final têm uma multidão de pessoas duplicando nosso horário de trabalho e ganhos, dividindo os lucros com todos.
Quando há necessidade de aumentar a produção de uma empresa, o dono conclama os funcionários para hora extra, e assim aumenta o tempo de trabalho, aumentando o volume de produção, o MMN tem o mesmo princípio, só que você não faz hora extra, busca duplicar seu tempo, mas oferece a seus amigos a oportunidade de crescerem juntos, assim os bônus são divididos, não fica só na mão do dono da empresa.
Se você patrocinar um novo distribuidor a cada mês na sua organização, e ensinar ele a fazer o mesmo, vai ver quantas pessoas você terá em sua organização após um ano...

01. Você patrocina 1 e o total de seu grupo (você e mais 1) = 2
02. Você e seu 1, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 4
03. Você e seus 3, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 8
04. Você e seus 7, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 16
05. Você e seus 15, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 32
06. Você e seus 31, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 64
07. Você e seus 63, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 128
08. Você e seus 127, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 256
09. Você e seus 255, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 512
10. Você e seus 511, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 1024
11. Você e seus 1023, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 2048
12. Você e seus 2047, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 4096

imagine agora que cada uma destes 4096 estejam trabalhando em média 1 hora por dia, telefonando para um amigo, ou vendendo um produto.
Seriam 4096 horas de trabalho para o seu negócio por dia!

E quantos destes 4096 você patrocinou pessoalmente?

Apenas 12!

Isso é progressão geométrica e é como o marketing multinível foi projetado para funcionar.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Banco não pode exigir assinatura de devedor

A praxe bancária de exigir do devedor a assinatura em contratos em branco é abusiva e fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O entendimento foi confirmado pelo ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao analisar um recurso do Banco ABN AMRO Real S/A.

O banco interpôs agravo de instrumento no STJ, para que fosse admitido recurso especial contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). O Tribunal local manteve a sentença de primeiro grau em uma ação civil pública, na qual o Ministério Público de São Paulo obteve o reconhecimento da ilegalidade da prática bancária, denunciada por um cliente.

O cidadão representou no MP, reclamando que “não achava correto assinar documentos em branco” – contrato de parcelamento de débito e nota promissória. Por se tratar de ação para coibir abusos às normas de proteção do CDC, a atuação do MP foi considerada legítima.

A sentença determinou que o banco não faça “coação” a seus clientes devedores para, “aproveitando a situação de dificuldade financeira do mutuário, exigir que ele assine documentos em branco”. O banco apelou, mas o TJSP manteve a decisão.

No STJ, o ministro Salomão rebateu, ponto a ponto, as alegações do banco. A legitimidade do MP existe, segundo o ministro, porque ele atua na defesa dos interesses dos consumidores, coibindo práticas lesivas aos clientes da instituição financeira.

A ação diz respeito aos consumidores que celebram contratos bancários garantidos por cambiais assinadas em branco em favor do ABN AMRO Real e, também, aos consumidores que, no futuro e nas mesmas condições, poderão vir a contrair empréstimos para a obtenção de crédito ou financiamento. Assim, os interesses estão marcados pela transindividualidade, porque a decisão beneficiará a todos os eventuais contratantes.

Noutro ponto, o ministro não considerou haver julgamento além do pedido (extra petita) porque a ação civil pública objetivava coibir abusos contrários ao CDC. Quanto à alegação de que a jurisprudência assegura ao credor o preenchimento de título de crédito emitido em branco, o ministro Salomão concluiu que o TJSP tratou da exigência de assinatura do contrato bancário, propriamente dito, em branco (na contratação ou recontratação de empréstimo bancário), e não da nota promissória a ele vinculada, como o banco quis fazer crer.

Processo: Ag 967005

FONTE: STJ
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pref de São Leopoldo-RS anuncia reajuste no estacionamento rotativo

Pois bem, o ano mal começou e as bombas começam a explodir. Já abrimos 2011 com aumentos de tarifas municipais, desta feita é com referencia ao estacionamento rotativo, conhecido em muitas cidades como "zona azul"
 A concessionária Rek Parking, empresa responsável pelo gerenciamento do estacionamento rotativo da cidade realizou pedido de reajuste da tarifa de acordo com o contrato firmado com a Prefeitura e tendo como base de cálculo o IGP-M. O acumulado de todo o período está em 26,6%.

"A Prefeitura entende a necessidade de readequar a tarifa, mas considera e determina 20% como um índice justo e adequado sendo aplicadas somente as tarifas de estacionamento", destaca o diretor de Mobilidade Urbana Sandro Lima.

Nova tabela:

I - Trinta minutos: R$ 0,60
II - Sessenta minutos: R$ 1,20
III - Noventa minutos: R$ 1,80
IV - Cento e vinte minutos: R$ 2,40
V - Coletores de lixo e entulhos: R$ 9,50 (por dia por contêiner /coletor)
                As tarifas de regularização de R$ 5,00 e R$ 10,00, permanecem inalteradas. O reajuste passa a valer no dia 03 de janeiro de 2011. Desde quando iniciou em 2007 até agora, a Prefeitura arrecadou em torno de R$ 470 mil com o repasse do estacionamento rotativo. Recurso este aplicado em segurança pública do município que contou com a unificação de guardas e agentes de trânsito, aumento do efetivo, através de concurso público, aquisição de armamento, ampliação do sistema de monitoramento por câmera, além de outras ações. Sandro Lima ressalta o aumento da rotatividade na área central da cidade após a implantação do sistema. "Facilitou o acesso aos serviços públicos e ao comércio do centro, organizando o fluxo de veículos na principal região comercial de São Leopoldo".
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**Desenho: Mamanunes Templates **Inspiração:Ipietoon's **Imagem digital: Kazuhiko Nakamura