Páginas

Mostrando postagens com marcador politica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador politica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Candidato a Prefeito de SP Fernando Haddad (PT) vai enfrentar resistência evangélica por apoiar “kit gay”

Durante sua gestão no MEC Haddad foi favorável à distribuição do kit gay e da instalação de máquinas de camisinhas nas escoals públicas. 

Líderes evangélicos estão de olhos fitos em Fernando Haddad (foto), possível candidato do PT à prefeitura de São Paulo. O petista foi amplamente favorável à criação do material ‘didático’, conhecido popularmente como kit gay, a ser distribuído em 6000 escolas públicas de todo o Brasil, sob a alegação de que objetivava combater a ‘homofobia’.
Além dos sérios problemas ocorridos nas provas do ENEM, Fernando Haddad também está na mira dos parlamentares evangélicos, devido a distribuição, às escolas públicas, das máquinas de camisinhas.
O atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, tenta aproximar-se do PT, na tentativa de lançar o candidato do seu partido, o PSD, como vice de Haddad. Gilberto Kassab teria prometido, caso isto se concretize, trazer grandes denominações evangélicas de São Paulo para apoiar o candidato do PT, dentre elas a Assembleia de Deus, Igreja Mundial do Poder de Deus, Renascer Em Cristo  e Igreja Internacional da Graça de Deus.
O partido de Kassab tem entre os seus filiados o deputado federal Arolde de Oliveira (RJ), dono da maior gravadora gospel do país; o deputado estadual Samuel Malafaia (RJ), irmão de Silas Malafaia; e o deputado Marcos Soares (RJ), filho de R.R. Soares; e deputado Marcelo Aguiar (SP), integrante da Igreja Assembleia de Deus do Brás – Ministério de Madureira, liderada pelo pastor Samuel Ferreira, filho do bispo Manoel Ferreira.
Em 2008, às vésperas das eleições, Gilberto Kassab (candidato à reeleição) foi acusado de ter se convertido em um culto evangélico para obter apoio cristão. Dias após sua conversão sua assessoria disse que seu ato foi apenas simbólico.

Fonte: Holofote.Net
*Leia mais-->

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Governador Tarso Genro almoça com lideres pastorais do RS

Governador participa de confraternização com líderes evangélicos

Pastores evangélicos recepcionaram o governador e secretários durante almoço na Capital
Pastores evangélicos recepcionaram o governador e secretários durante almoço na Capital
O governador Tarso Genro participou, nesta terça-feira (13), de um almoço com pastores de diversas igrejas evangélicas do Rio Grande do Sul. A confraternização reuniu cerca de 700 religiosos no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, localizado no Parque Estância da Harmonia, em Porto Alegre. Entre os convidados, esteva o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Ivar Pavan.

Enfatizando o caráter laico do Estado, Tarso afirmou que todas as religiões são tratadas com o mesmo respeito e atenção. "Esta visão de solidariedade e de fraternidade, presente em todas as religiões cristãs, é uma visão que carrego por toda a minha vida pública e está solenemente representada aqui neste ato", ressaltou o governador.

Após sintetizar alguns programas e ações implementados neste primeiro ano de Governo e voltados à coesão social - como o Programa Gaúcho de Microcrédito, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Plano Safra Gaúcho e o RS Mais Igual -, Tarso reforçou o estabelecimento de uma relação de complementariedade com o Governo Federal. "Agora existe uma via de duas mãos, de respeito e trabalho comum em benefício do Brasil e, particularmente, daquelas camadas da população com as quais vocês convivem todos os dias. São pessoas que estão na base da pirâmide social e que precisam de políticas públicas para uma vida digna, solidária e produtiva".

O presidente do Conselho de Pastores de Porto Alegre, Isaías Figueró, lembrou que esta é a primeira vez que um governador participa de um encontro com a comunidade evangélica. "Nos colocamos à disposição do poder público para servir naquilo que for necessário e participar dos projetos desta gestão", disse Figueró.

Já o presidente do Conselho Estadual de Ministros Evangélicos, Rudimar Couto, ressaltou o reconhecimento do Governo do Estado com o trabalho dos evangélicos. "Este Governo tem ouvido diversos setores da sociedade. A Igreja também desempenha um papel importantíssimo e pode contribuir. Por isso, vemos com bons olhos este reconhecimento do governador e reforçamos nossa parceria", destacou o pastor.

Mais de 60 igrejas do Estado estiveram representadas na solenidade, que teve apresentação de alunos da Usina de Talentos do Colégio Adventista de Porto Alegre. Em novembro deste ano, o governador também se reuniu com líderes da Igreja Católica e de religões africanas para firmar uma agenda conjunta de trabalhos na área social.
Juliano Pilau
 http://www.sdr.rs.gov.br/conteudo.php?cod_conteudo=674&cod_menu=2
*Leia mais-->

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Bolsa Estupro

O projeto que tramita no Congresso Nacional foi apelidado de "bolsa-estupro" pelos seus críticos, entre os quais organizações não governamentais de defesa dos direitos da mulher é um projeto de lei do Deputado Afonso.

De acordo com o código penal, a mulher vítima de violência sexual pode requerer legalmente o aborto. 

Afonso disse que sua intenção é dar um amparo financeiro a mulher, preservando, ao mesmo tempo, o direito à vida do bebê. "O aborto, para nós evangélicos, é um ato contra a vida em todos os casos, não importa se a mulher corre risco ou se foi estuprada."

Ele também defende o seu projeto com um argumento polêmico, o de que a mulher tende a ter mais amor pelo filho do estupro por causa das circunstâncias em que foi gerado.

"Se, no futuro, a mulher se casa e tem outros filhos, o filho do estupro costuma ser o preferido, disse ele ao jornal O Estado de S.Paulo. Tem uma explicação simples na psicologia feminina: as mães se apegam de modo especial aos filhos que lhes deram maior trabalho.

Afonso discorda das críticas de que ele não deveria propor leis com base na Bíblia porque o Estado é laico.

"Eu faço o que Deus manda e não consigo imaginar que eu possa separar as duas coisas (atuação política e religião)."

Retrocesso

Apesar de já tramitar no Congresso, a ideia da ajuda financeira estava prevista anteriormente no Estatuto do Nascituro. Neste projeto, o aborto ficaria proibido no país em todos os casos. Além disso, também não seriam permitidas pesquisas com células-tronco, o congelamento de embriões e as técnicas de reprodução assistida.

Com a volta da proposta, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher divulgou carta considerando as propostas como um retrocesso nos direitos vigentes no País. "É retrocesso, uma proposta sem cabimento, equivocada desde o começo. Trata a violência contra a mulher como monetária, como se resolvesse dando um apoio financeiro. Nós apoiamos a liberdade de escolha da mulher", disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres.
*Leia mais-->

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Marina Silva oficializa saída do PV

A ex-senadora Marina Silva, candidata derrotada à Presidência da República em 2010, confirmou as expectativas e anunciou na tarde desta quinta-feira sua decisão de deixar o PV. Após meses de desentendimentos com a direção nacional do partido, Marina fez um discurso em São Paulo a uma plateia de cerca de 400 aliados, no qual deu sinais de apoio à presidenta Dilma Rousseff.
"(O movimento) também é para ajudar a presidenta Dilma a ter força para não permitir que haja um retrocesso na legislação ambiental", afirmou Marina, em referência ao polêmico texto do Código Florestal, que citou diversas vezes ao longo de seu discurso. O movimento a que Marina se referiu, batizado provisoriamente de "Verdes e Cidadania", deve ser lançado entre agosto e setembro. Um novo partido só deve ser criado depois das eleições de 2012.
A ex-senadora também mencionou indiretamente as pressões do PR para manter o controle do Ministério dos Transportes, após o antigo titular da pasta Alfredo Nascimento perder o posto sob denúncias de corrupção. "As políticas sociais e econômicas que estão dando certo precisam ser mantidas, sem medo de dar autoria a Fernando Henrique (Cardoso), Itamar (Franco) - que não está mais entre nós -, ao presidente Lula (Luiz Inácio Lula da Silva). E espero que a presidenta Dilma, mesmo com as dificuildades que tem, consiga resistir a todas as armadilhas do aprisionamento do fisiologismo que quererm impor a qualquer governo que ali chegue."
Marina também ressaltou que seu desligamento do PV não foi pautado pelo calendário eleitoral. "Não se trata de uma saída pragmática, de olho no calendário eleitoral. Embora seja importante, eleição é parte, não o todo", afirmou Marina. "Nosso foco principal é sensibilizar brasileiros e brasileiras para serem uma força transformadora", completou.
Resultado da disputa interna com o grupo liderado pelo presidente nacional do PV, deputado José Luiz Penna (SP), a decisão de Marina de deixar o partido já era conhecida havia várias semanas. Os detalhes para o anúncio desta quinta-feira foram definidos na semana passada, após a ex-senadora conduzir uma série de reuniões com seus aliados mais próximos.
Marina filiou-se ao PV em 2009, depois de receber da cúpula partidária um convite para disputar a eleição presidencial do ano seguinte. A decisão de sair naquela época do PT partido no qual militava desde o início de sua carreira política, havia sido tomada depois de um encontro com a executiva nacional do partido, na qual os dirigentes lhe apresentaram uma pesquisa apontando seu potencial de votos na eleição presidencial. Penna participou do encontro que selou a adesão de Marina ao PV.
Reforços
Embora o evento para anunciar a saída de Marina tenha contado com a presença de vários parlamentares, a ex-senadora deixa o partido sem levar consigo nenhum congressista. Isso porque, como Marina não pretende criar um partido de imediato, a regra da fidelidade partidária colocaria em risco o mandato de deputados, senadores e vereadores que decidissem acompanhar a ex-presidenciável. Nomes como os deputados Alfredo Sirkis e Fernando Gabeira, ambos filiados ao PV do Rio de Janeiro, por exemplo, optaram por permanecer no partido. Ao menos por enquanto, a expectativa é de que Marina permaneça temporariamente afastada da política partidária. De acordo com aliados, a ex-senadora estuda criar um novo partido somente em 2013.
Entre os que decidiram acompanhar Marina, estão vários candidatos derrotados na eleição do ano passado, que hoje não ocupam nenhum cargo eletivo. É o caso de Guilherme Leal, empresário que concorreu a vice na chapa de Marina, Fabio Feldman, que concorreu ao governo de São Paulo, de Ricardo Young, candidato ao Senado pelo mesmo Estado, e de Ale Youssef, que tentou uma vaga de deputado. Entraram na lista ainda o coordenador da campanha da ex-senadora, João Paulo Capobianco, e o presidente do PV em São Paulo, Maurício Brusadin. Secretário da prefeitura paulistana, Eduardo Jorge permanecerá no partido, mas manterá diálogo com o grupo liderado por Marina.  
Diante da decisão anunciada por Marina, o PV divulgou nota descrevendo como "inflada" a polêmica aberta pelo grupo de Marina. Segundo o partido, foram tomadas as medidas para contemplar os anseios desse grupo. Sirkis, que fica no PV mas decidiu romper com o comando nacional da sigla, reagiu: "Esta nota é totalmente falsa". Foram mais de 10 discursos e em nenhum momento o nome de Penna foi citado.
*Leia mais-->

segunda-feira, 13 de junho de 2011

PSL RS mais um ato de mutilação

Prezados amigos e correligionários do PSL

Cabe-nos infirmar a todos alguns fatos de caráter pessoal e partidário que mudaram mais uma vez nosso amado PSL no Rio Grande do Sul.

Neste ano conforme solicitação do PSL Nacional incluímos um cargo em nossa Executiva Estadual, a função de Coordenador Político Estadual, função esta que foi delegada ao então nosso amigo Altair Alves.

Esta função vislumbrou o ego de nosso amigo e num afã de poder, não contente com o sua função no estado e o cargo de Presidente Municipal da Executiva de Porto Alegre, armou um sórdido esquema, mancomunado com o seu vice presidente municipal Prof. João e mais alguns asseclas montaram uma Executiva Estadual, viajaram para uma reunião nacional que haveria em Tocantis e lá apregoaram entre outras coisas que nossa administração na frente do Partido era omissa, que ele tinha na mão os cantores “Gauchinhos de Deus” e poderiam movimentar o partido inclusive financeiramente pois ele tinham “grandes empresários” dispostos a investir no partido, e não como os borra botas que havia no partido até então, como o Empresário Caio (Canaos), como o empresário Valdeci Rodrigues (Eldorado do Sul),  Golim, Jairo (Porto Alegre) entre outros tantos que somam-se a nossas fileiras.
Apenas para ficar claro, O Sr Altair e o Sr João viajaram custeados por um deste empresários borra botas, sob a alegação de estarem viajando para acertar a vinda dos “Gauchinhos de Deus” para o partido.
O Sr Altair, em varias reuniões dizia-se inclusive autorizado pelo Pastor Alcides (Presidente da Igreja da Graça no Rio Grande do Sul) a fazer acordos políticos em nome da Igreja, e que nada seria resolvido se não passasse por suas mãos.

RESULTADO PRATICO:

A direção Nacional, na data de 12 de Maio próximo passado, instalou uma nova comissão executiva para o Rio Grande do Sul, a qual passou a ser presidida pelo Sr Caio, presidente também da comissão de Canoas.
Eu passei a ser desde então o Coordenador Político Estadual, por estar mais ligado a cada um de vocês meus nobres e queridos amigos, que mesmo nas adversidades de uma campanha tumultuada como foi a nossa ultima ficamos unidos em um só ideal de futuro mais sólido e firme para nosso PSL.
A atual administração do Presidente Caio será da mesma forma transparente, pois não há outra forma de efetuar um trabalho sério e de resultados.
As Comissões Executivas Municipais não irão sofrer alterações e a postura do Presidente é e mesma de nossa administração no sentido de que cada município sabe quais as melhores coligações e acordos dentro de sua vida municipal.

 DECISÕES:

Como meu ultimo ato na direção estadual do PSL, destitui o Sr Altair Alves e sua executiva de Porto Alegre, assim sendo o cavalheiro em pauta e seu vice presidente Sr João não mais fazem parte do PSL não podendo assim postularem qualquer coisa em nome do Partido.

Em reunião pessoal com o Pastor Alcides ( Eu, Sr Caio e Sr Shauan) o Presidente da Igreja da Graça alega que nunca delegou tal poder a ninguém muito menos ao Sr Altair que nem faz parte de sua congregação evangélica; Também não é o Sr Altair empresário da dupla “Gauchinhos de Deus” e a única pessoa que determina as decisões políticas dentro da Igreja da Graça, é o missionário RR Soares.

O Presidente Caio, informa que a partir desta data todas as comissões executivas municipais passam a vigorar com prazo indeterminado, deixando assim os presidentes municipais mais a vontade para trabalhar sem preocupar-se com datas de revalidação de suas executivas.

ENCERRAMENTO

Por fim alertamos a todos que o Sr Altair Alves vem fazendo novas vitimas, pois sua incapacidade de buscar novos horizontes por conta própria tem visitado nossos correligionários prometendo mundos e fundos e milagres em um novo partido que ele esta montando. CUIDADO, pois um servidor do então deputado Eliseu Santos, que não conseguiu um posto para ele próprio na Prefeitura de Porto Alegre como poderá arrumar vagas para vocês no Governo Estadual?

Aproveitamos o ensejo para dar boas vindas ao Sr Paulo, presidente da Comissão Executiva Municipal de Viamão (executiva aprovada), e ao Sr Manuel presidente da Comissão Executiva Municipal de Capão da Canoa.
*Leia mais-->

domingo, 22 de maio de 2011

Confusão marca votação de projeto contra homofobia

Final da sessão, barrada por pressão da bancada evangélica, teve bate-boca e xingamentos entre deputado e senadora

 Mesmo impedida por pressão da bancada evangélica, a votação do projeto de lei complementar 122/06, que criminaliza os atos de homofobia e aconteceria na manhã desta quinta-feira (12) na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, teve um final tumultuado. Durante entrevista coletiva da senadora Marta Suplicy (PT-SP), o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) trocaram xingamentos e ofensas mútuas.

Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso". Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.

A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei e o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno. Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. "Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém", disse o senador Magno Malta (PR-ES).
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, Marta Suplicy queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. "O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista. "Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
*Leia mais-->

 

**Desenho: Mamanunes Templates **Inspiração:Ipietoon's **Imagem digital: Kazuhiko Nakamura