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terça-feira, 9 de agosto de 2011

CHACINA AMBIENTAL

VEJAM O QUE ACONTECE NA MARGEM ESQUERDA DO
RIO SOLIMÕES A BEIRA DE UM ASSENTAMENTO DO MST.
ESTA DEVE SER A IDEIA DE PRODUTIVIDADE DO
"MOVIMENTO."
AS TARTARUGAS PRODUZEM, ELES ROUBAM E VENDEM
OS OVOS.
DEVE SER A "PISCICULTURA" AUTOSUSTENTAVEL DO INCRA...
MAIS UM POUCO, ADEUS TARTARUGAS!








ROUBAM OS OVOS DAS TARTARUGAS, PARA VENDER.
POR FAVOR.
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sábado, 6 de agosto de 2011

ONG's ou pilantragem

São cada vez mais comuns as alianças entre ONGs ambientais e empresas de setores considerados poluentes – como exploração de petróleo e mineração – ou polêmicos – como produtoras de agrotóxicos ou sementes transgênicas.

O dinheiro do exterior está mais escasso, pois o País enriqueceu e a ajuda antes destinada ao Brasil tem sido entregue a países da África e do sul da Ásia. E as ONGs estão mais pragmáticas e abertas a se associar a quem antes era visto como "inimigo". Por outro lado, há o risco de as empresas usarem essas parcerias para marketing ou maquiagem verde, sem comprometimento ambiental.

A WWF, por exemplo, foi citada em pesquisa do grupo investigativo Global Witness numa situação constrangedora. O documento diz que a Rede Global de Floresta e Comércio (GFTN, em inglês), programa da WWF que apoia o comércio de madeira legal e sustentável, tem padrões de filiação pouco rigorosos. Dessa forma, permite que empresas suspeitas de desmatar ilegalmente utilizem seu selo de sustentabilidade. E relata que a madeireira malaia Ta Ann Holdings Berhad, contribuinte do GFTN, destrói 20 campos de futebol de floresta por dia, incluindo o hábitat de orangotangos dentro de um projeto da própria WWF.

Carlos Scaramuzza, superintendente de Conservação da WWF-Brasil, diz que no País os procedimentos da ONG são mais restritivos. Ele conta que um comitê avalia os riscos das parcerias e, nos casos que envolvem muito dinheiro, é solicitada às empresas uma análise sobre seus passivos ambientais.

"Atuar com as corporações é uma forma de atingir também fornecedores e consumidores. Mas há a necessidade de avaliação cuidadosa. Posso iniciar uma conversa no marketing, mas se não passar de lá não me interessa. Quero conversar com a área de produção, com a diretoria", afirma. O objetivo maior é tornar a maneira como se produz no País mais sustentável.

Segundo Scaramuzza, a WWF não faz parceria com empresas de petróleo e evita as do setor de mineração e grandes empreiteiras. Os maiores parceiros da ONG no País são HSBC Seguros, Fundação Banco do Brasil e Ambev. "Temos 50 anos de existência. A credibilidade é um dos nossos maiores valores", ressalta.

Combustível fóssil. Recentemente, a Fundação Amazonas Sustável (FAS) firmou parceria com a HRT, empresa brasileira de petróleo e gás que atua na Amazônia. A HRT se comprometeu a destinar à Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uacari R$ 4 milhões em dois aportes de 50%, entre 2011 e 2012. Os recursos irão para o programa Bolsa Floresta e outros projetos de apoio voltados para educação e saúde. E, quando começar a produzir petróleo na Bacia do Solimões, no segundo semestre, a empresa doará R$ 1 de cada barril comercializado para a conservação da floresta e a melhoria da qualidade de vida de seus moradores.

Para Eduardo Freitas, gerente do projeto Solimões da HRT, apesar de toda a sociedade se beneficiar da produção de energia, a empresa considera viável colaborar com projetos de sustentabilidade. E afirma que o melhor é se associar com quem entende do assunto – no caso, a FAS.

O superintendente-geral da FAS, Virgilio Viana, diz que é preciso ser pragmático, por isso defende parcerias com empresas. E argumenta que seria hipócrita não aceitar ajuda de empresas do petróleo, "já que dependemos de carros e usamos plásticos".

Complexo industrial. O grupo EBX, de Eike Batista, comprometeu-se a investir R$ 2,3 milhões no Corredor Ecológico do Muriqui, com 400 mil hectares (duas vezes e meia a cidade de São Paulo), para tentar proteger o maior primata das Américas. O corredor fica entre os parques estaduais do Desengano, dos Três Picos e a Reserva Biológica União, no Rio. Estima-se que existam na natureza apenas 1,3 mil representantes do macaco, um dos candidatos a mascote dos Jogos Olímpicos de 2016.

A ação se dará por meio de parceria com o Instituto BioAtlântica (Ibio) e a empresa Brasil Florestas. O corredor fica perto do complexo industrial do Porto do Açu, projeto polêmico de Batista. Mas Paulo Monteiro, diretor de sustentabilidade da EBX, explica que esse investimento não é uma compensação pela obra.

André Guimarães, presidente da Brasil Florestas, considera que esse tipo de ação importante não para amenizar culpas, mas para tentar aliviar os impactos que elas causam. "É uma obrigação de todos os empresários tentar mitigar os impactos." Por isso, ele diz que as ONGs têm de se despir de ideologias.

Transparência. Mario Mantovani, da Fundação SOS Mata Atlântica, ressalta que a entidade nunca recebeu recursos da Petrobrás ou de empresas de Batista. "Não tem um projeto dele que não está associado a uma desgraça ambiental", critica. Sua principal fonte de recursos é o Bradesco. Segundo ele, o mais importante nas parcerias é a transparência. Se a ONG receber recursos de uma empresa do setor agropecuário, por exemplo, não deve se envolver na discussão da reforma do Código Florestal.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Veículos serão reciclados em Cachoeirinha, Gravataí e São Leopoldo


Aproximadamente 1,8 mil veículos e sucatas abandonados nos Centros de Remoção e Depósito de Cachoeirinha, Gravataí e São Leopoldo serão recicladas neste mês.  As sucatas, que somam quase mil toneladas, estão sendo descontaminadas (sendo realizada a retirada dos fluidos potencialmente poluentes) e serão então compactadas e transportadas para a siderúrgica que fará a trituração e posterior fundição do material ferroso. Essa matéria-prima será, futuramente, reaproveitada na indústria. 
Leilões
Outra medida para a manutenção dos pátios dos depósitos são os leilões de veículos e sucatas. Em 2010, o Detran/RS leiloou  18,4 mil sucatas e veículos. O número é 26% maior que em 2009, quando foram leiloados 14,6 mil bens e 134% maior que em 2008, quando foram arrematados 7,8 mil. Só nesses primeiros meses de 2011, 67 leilões disponibilizaram 7,5 mil bens (5.575 sucatas para desmanche e 1.937 veículos para circulação). A arrecadação com os leilões (assim como com a venda do material ferroso) é destinada ao pagamento de multas e outras pendências financeiras do veículo, remuneração dos Centros e despesas de leilões.
Remoções
Em 2010 foram aproximadamente 170 mil remoções no Estado, uma média de 466 por dia. Esse número vem aumentando ano a ano: de 2008 para 2009, o crescimento foi de 6%, de 2009 para 2010, de 12,5%. A maioria das remoções, cerca de 65%, se dá por motivos administrativos (infrações de trânsito), 22% por acidentes com lesão e 13% em razão de crimes. A proporção dos veículos que entraram em depósito e não foram retirados pelos proprietários em 2010 foi de 15%, o que significou cerca de 5.500 novos veículos abarrotando os depósitos do Estado em 2010, demandando uma área adicional de 55 mil m² para sua guarda. 
Atualmente, são 60,5 mil veículos em depósito (4,6 mil somente em Porto Alegre): 37,7 mil recolhidos por motivos administrativos e 22,7 mil por acidentes com lesão ou crimes.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011

10 coisas sobre: motos e viagens

Viagens estão totalmente ligadas às motos. Basta conseguir umas férias, aparecer um feriado prolongado ou mesmo um simples final de semana para que os motociclistas sintam aquela vontade de encarar a estrada. E foi pensando nisso que a INFOMOTO selecionou algumas dicas importantes para que sua viagem não traga mais problemas do que satisfações pelo mundo a fora.


 10 coisas sobre: motos e viagens
1- Sempre equipado
A primeira coisa que os motociclistas devem se preocupar é com os equipamentos. Capacete, é claro, uma boa jaqueta, calça, bota e luvas. Não adianta ter uma motocicleta e não conseguir comprar bons equipamentos.
Por isso, economize o suficiente para ter condições de gastar entre 10% e 15% do valor de sua moto com acessórios de segurança que podem salvar a sua vida. O principal item de segurança e o único obrigatório pela legislação brasileira, o capacete, deve estar em boas condições de uso, dentro do prazo de validade, com o selo de aprovação do Inmetro, adesivos refletivos, a viseira limpa e sem riscos. Os demais acessórios de segurança devem ser do tamanho correto, ou seja, confortável, e não podem tirar sua sensibilidade, por tanto, cuidado ao escolher.


2- Motocicleta revisada
Já que a idéia é viajar de moto, nada mais justo que sua fiel companheira de viagem esteja revisada. Afinal, ficar parado por uma pane mecânica na estrada não é uma situação muito agradável. Itens básicos, como estado e pressão dos pneus, nível de óleo, estado das velas e funcionamento da buzina, lâmpadas e cabos de acionamento são fáceis de conferir e de corrigir caso haja falhas. O melhor a fazer é levá-la a oficina de confiança.

3- Baús e bauletos

A bagagem é sempre uma incógnita. Bauletos e alforges são ótimas opções para acomodá-la. No caso de bauletos ou alforges laterais o alerta é que a carga seja distribuída em igualdade de peso. Caso contrário irá afetar no equilíbrio da moto e, consequentemente, na pilotagem. Amarrar a bagagem na moto com cordas elásticas (popular aranha) também é uma solução e mochila nas costas pode ser uma saída, desde que não esteja carregada com muito peso, para não cansar o piloto. Respeitar os limites de carga da motocicleta é de bom grado e a roupa de chuva deve ficar em local de fácil acesso.

4- Roteiro planejado
O roteiro da sua viagem deve ser previamente planejado. Sei que existem muitas pessoas que preferem sair sem rumo, simplesmente viajando. Entretanto a possibilidade de algo sair errado é maior. Por isso, traçar o roteiro antecipadamente é muito bom para quem não quer passar por apuros. Pesquisando pela internet é possível acessar mapas de diversas localidades, relato de quem já viajou para determinada cidade com as dicas sobre o percurso, distâncias entre cidades e informações das estradas. O mais indicado é começar a viagem pela manhã, onde a capacidade de concentração é melhor e o corpo está descansado. Caso seja necessário realizar a viagem no período noturno, não viaje sozinho. Viaje em grupos de motociclistas ou com a companhia de um amigo com carro.

5- Cumprindo a lei
Não menos importante que a revisão na motocicleta, a documentação e a habilitação devem estar em ordem, já que a fiscalização nas estradas é constante. Irregularidades como documento atrasado e habilitação vencida geram multas, além de transtorno para o motociclista. Na pista, a regra é ver e ser visto. Ande sempre com o farol aceso, evite andar no “ponto cego” dos veículos e em pisos com pouca aderência. Quando começar a chover, não corra. A sujeira do asfalto em conjunto com a água da chuva deixa a pista muito escorregadia; a chuva ainda não “lavou” suficientemente a estrada, portanto muita atenção e reduza a velocidade.

6- Mais simples, mas não menos importante
Depois de seguir as cinco dicas citadas acima, sobram alguns detalhes que lhe ajudam durante a viagem. Você não ficará o tempo todo sobre a moto, então tenha sempre uma roupa confortável a mão. Assim, quando você parar para curtir um momento que a estrada esteja lhe proporcionando, não passará apuros.

7- Eletrônicos
Toda viagem merece ser registrada. Para tanto, máquinas fotográficas e de vídeo devem ser bem guardadas. Use um case especial para carregá-las e não deixe de levar todas as recordações da sua viagem.

8- Se ligue nos pedágios
Hoje em dia, motos também pagam pedágios, não todos, mas alguns. Então, fique atento nas estradas por onde você irá passar e deixe notas e moedas sempre a mão. É irritante ter que tirar todo o equipamento e ainda procurar as moedas pela moto, por isso se ligue!

9- Onde ficar
Já foi citado que muitos motociclistas preferem sair sem um planejamento para viajar. Sem problema, cada um faz o que quer. Todavia, é sempre bom agendar um lugar de confiança para passar a noite. Procure na internet, fale com amigos, mas não deixe de escolher um bom lugar pra dormir, porque ficar procurando hotel cansado na calada da noite ninguém merece.

10- Volte com calma
Quem viaja de moto sabe como funciona. A ida é maravilhosa, mas a volta preocupa. A diversão já aconteceu, os dias de descanso estão acabando e a vontade de voltar a rotina não é das maiores. Antes de retornar descanse bastante, não beba álcool na sua última noite de ‘férias’ e volte com tranquilidade, para que tudo que foi feito durante a viagem valha a pena.

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Texto: André Jordão (Infomoto) / Foto: Divulgação e Agência INFOMOTO / Fonte: iCarros
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fepam lança o Plano de Controle de Poluição Veicular na Assembleia

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam/RS) lança nesta quinta-feira, às 14 horas, no Espaço Convergência, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV).

O PCPV/RS constitui-se de um conjunto de ações de gestão com o objetivo de estabelecer os programas e as diretrizes que visam à redução da poluição atmosférica veicular, bem como diminuir os ruídos gerados pela frota de veículos em circulação, conforme as determinações da Resolução do Conama n.º 418, que estipula o prazo de publicação até o dia 25 de novembro de 2010. Importante salientar que o material produzido, resultado do trabalho conjunto entre o grupo técnico da Fepam, da Câmara Técnica de Recursos Atmosféricos e Poluição Veicular - CT - do Consema, das Instituições e dos Programas Nacionais, foi embasado no Inventário de Fontes Móveis do RS e nos dados ambientais disponíveis para caracterização do Estado.

A divisão dos 496 municípios gaúchos em oito macrorregiões, a fim de distribuir a frota composta por cerca de 4,3 milhões de veículos, com crescimento médio de 5% ao ano, permitiu inventariar as emissões de poluentes e propor uma escala de prioridades nas futuras ações. O documento sugere algumas recomendações, dentre as quais estão a modernização e renovação da frota; campanhas institucionais para ampliação do incentivo ao uso de transportes coletivos; uso de combustíveis alternativos; o programa de implementação do transporte hidroviário; a adoção de uma política de ação referente ao desincentivo ao uso do transporte privado e a criação de ciclovias urbanas.

No entanto, os técnicos apontam para a necessidade do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos, que irá identificar desconformidades em relação às emissões de poluentes, ruídos dos veículos e parâmetros de segurança, conforme as diretrizes da Normativa 6/2010 do IBAMA. A proposta é atender todas as macrorregiões do Estado, dentro de um cronograma pré-estabelecido, através de uma parceria já estabelecida com o Detran/RS.

A responsável pelo grupo que trabalho na elaboração do PCPV, Maria Elisa dos Santos Rosa, afirma que o objetivo da iniciativa é engajar o Estado no desafio internacional do combate às mudanças climáticas. "Com isso, estamos nos empenhando na minimização dos impactos da poluição da frota veicular na qualidade do ar", ressalta.

Fonte: Jornal Vale dos Sinos - RS
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Detran/RS vai reciclar 600 veículos e sucatas

A partir de 10 de novembro, o Detran/RS inicia a descontaminação de cerca de 600 veículos e sucatas  do depósito localizado na Av. Lauro  Muller para encaminhamento à reciclagem. Os bens, oriundos da Atento Service Logística, foram classificados como materiais inservíveis, seja por não possuírem condições estruturais e de segurança para retornar a circulação ou por possuírem restrições policiais e/ou judiciais impeditivas de circulação.
Com a destinação, o Detran/RS entregará a área, que custa aos cofres do Estado R$ 30 mil mensais, representando uma economia de R$ 360 mil ao ano. A medida foi possibilitada pelas Portarias nºs 383 e 254, do Detran/RS. A  primeira autoriza a reciclagem imediata de veículos sem condições de circulação - sem identificação (clonados), irrecuperáveis, estrangeiros, sem registro, montados e soldados, além de bicicletas, motores e peças -,  e a segunda prevê a mesma destinação a veículos há mais de dois anos abandonados em depósito ou que possuem restrições administrativas, policiais ou judiciais.
A partir desse arcabouço legal, o Detran/RS tornou-se referência nacional pelo pioneirismo da iniciativa. Aproximadamente 3,2 mil unidades foram recicladas no Estado em 2009. Atualmente, há mais 34 mil unidades passíveis de serem transformadas em materiais ferrosos para uso pela indústria como medida de segurança preventiva e ambientalmente correta (reciclagem) e a transformação da paisagem das cidades.
No próximo dia 16 de novembro, uma licitação na modalidade leilão selecionará a empresa que fará a reciclagem dos materiais inservíveis abandonados nos Centros de Remoção e Depósito (CRDs) que participam do projeto piloto como nos municipios de Uruguaiana, Canguçu, Eldorado, Cachoeirinha, Cambará do Sul, Gravataí, São Leopoldo, Alvorada, Sapucaia do Sul e Portão.
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domingo, 17 de outubro de 2010

Comercio de São Leopoldo continua descumprindo a Lei 6.463/07

Revendedores de pilhas e lâmpadas devem informar local para coleta de usados terça-feira, 26 de janeiro de 201012:00 

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmam), de acordo com o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), está enviando um ofício a todos os estabelecimentos comerciais que revendem pilhas, baterias ou lâmpadas fluorescentes. No prazo de quinze dias, estes estabelecimentos devem informar a Semmam a localização dos recipientes para coleta dos artigos usados, com posterior encaminhamento aos fabricantes, conforme determinam as normas em vigor.
Os estabelecimentos são obrigados também a afixar cartaz informativo em local apropriado e visível pelos clientes e a implantar os mecanismos operacionais para a coleta, transporte e armazenamento deste tipo de resíduo. O não cumprimento da norma implicará na imediata autuação do estabelecimento.
A comunicação tem por base a Resolução 401 do Conselho nacional do meio Ambiente (Cinama), a Lei Estadual n° 11.019, bem como o Código Municipal do Meio Ambiente (Lei 6.463/07).

Basta dar uma voltinha em qualquer um dos bairros de São Leopoldo para constatar que esta lei  é desobedecida e pior, conversamos com varios comerciantes na área de material de construção, mercados de bairro e vendinhas em geral e todos alegaram desconhecer esta lei. 
A lei é muito boa e bastante fácil de ser cumprida, mas porque será que a Secretaria de Meio Ambiente não fez uma campanha educativa, destribuindo panfletos no comércio em geral? Será que não tem pessoal suficiente? Então porque não fazem uma parceria com a Associação Comercial? Ah se a Marina Silva fica sabendo......
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Jogar computador fora?

O consumidor que tentar descobrir onde descartar seu computador usado vai sofrer para encontrar uma resposta. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) se colocou na pele do cliente e questionou 13 fabricantes de notebooks para saber o que fazer para dar o destino certo ao produto fora de uso. Resultado: 12 delas não foram capazes de orientar seus compradores.

Foram avaliadas as seguintes marcas: Apple, CCE, Dell, HP, Intelbras, Itautec, Lenovo, LG, Philco/Britânia, Positivo, Samsung, Semp Toshiba e Sony. O objetivo do estudo foi verificar se as empresas divulgam sua política ambiental e instruem o consumidor sobre como direcionar corretamente seu lixo eletrônico.

Para tanto, o Idec contatou os Serviços de Atendimento ao Consumidor (SACs) e visitou os sites institucionais. Além disso, enviou um questionário às empresas. Ao final de todo o trabalho, o órgão constatou que apenas a Itautec oferece um serviço considerado satisfatório.

Durante o levantamento, os atendentes dos SACs se mostraram despreparados, pois não souberam dar informações básicas sobre o assunto. Os sites, na avaliação do Idec, também não foram eficientes na tarefa de informar o consumidor.

Encontrar dados sobre a reutilização ou reciclagem dos produtos é tarefa difícil em boa parte deles – e impossível no caso das marcas Semp Toshiba, Samsung, Positivo e Philco/Britânia. Por fim, só cinco das 13 empresas responderam ao questionário do Idec.

“O levantamento mostra que as empresas ainda não estão preparadas para cumprir um dos princípios básicos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada neste mês, que é o descarte de produtos eletroeletrônicos”, afirma Mariana Ferraz, advogada responsável pela pesquisa.

Pela lei, o setor empresarial fará a coleta, reciclagem e destinação dos resíduos domiciliares (papel, vidro, plástico, metal), o que é chamado de logística reversa. Embora já esteja vigorando, a PNRS ainda carece de regulamentação. Mariana observa, entretanto, que o direito à informação é garantido pelo Código de Defesa do Consumidor.

Por isso, mesmo que a política pública para o descarte dos produtos não esteja regulamentada e por enquanto ninguém possa ser multado pelo descumprimento da regra, a informação sobre a orientação ambiental de cada empresa já deveria estar disponível nos canais de atendimento dos fabricantes. É papel do consumidor exigir orientação.

Ainda mais em épocas de forte consumo de eletroeletrônicos. A venda de computadores cresceu 23% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009. Foram 2,89 milhões de produtos comercializados – no varejo, os notebooks já correspondem a 52% dos artigos vendidos, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Mas se as empresas ainda não estão fazendo a sua parte, isso não deve servir de desculpa para que o consumidor simplesmente jogue seu eletrônico usado no lixo.

Até porque a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece responsabilidades compartilhadas – entre governo, consumidores e empresas. Uma boa dica, portanto é o site www.e-lixo.org. Lá, basta que o cidadão digite seu CEP para descobrir qual é o ponto de coleta mais próximo.

Fonte: Jornal da Tarde/Carolina Dall’Olio
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Cientista cria técnica para converter plástico em fuligem reutilizável

Plásticos podem levar centenas de ano para serem degradados. Por isso garrafas e sacolas de plástico são um perigo para a vida selvagem, estrangulando e sufocando pássaros, mamíferos e peixes.
Além disso, plástico é caro para reciclar e requer um grande aporte energético, principalmente na separação dos diferentes polímeros nele presentes.
Agora Vila Ganpat Pol, do Laboratório Nacional Argonne, em Illinois (EUA), desenvolveu uma técnica para converter uma mistura de lixos plásticos em microesferas de fuligem, carbono resultante de combustão incompleta. As microesferas podem ser usadas em tintas, lubrificantes e pneus e até incorporadas em anodos de baterias de lítio.
Para criar as esferas, Pol fundiu uma mistura de plásticos em um reator a 700 ºC. Nessa temperatura, a pressão no reator chega a 34 atmosferas, ajudando a quebrar as ligações químicas entre os átomos de hidrogênio e carbono nas cadeias de polímeros dos plásticos. O gás hidrogênio foi sugado para fora do reator, deixando para trás microesferas de até 10 micrômetros de diâmetro.
Pol recentemente usou um processo similar para converter lixo plástico em nanotubos de carbono. No entanto, esse processo requeria o uso de um catalisador relativamente caro. A nova técnica, diz Pol, não requer nenhum catalisador.
Geoffrey Mitchell, um cientista de materiais na Universidade de Reading, no Reino Unido, afirma que o fato de o processo não precisar de catalisar é um avanço e que, se a técnica puder ser usada para reciclar a crescente quantidade de lixo plástico misturado de baixo valor, ela poderá ter um futuro promissor.
O estudo foi publicado no periódico “Environmental Science and Technology”. (Fonte: Folha.com)


Fonte: Abiente Brasil
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Brasil pode economizar R$ 8 bilhões se reciclar todo o lixo

Atualmente economia gerada com reciclagem varia de R$ 1,5 bilhões a R$ 3 bilhões por ano.

Brasília - Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o Brasil poderia economizar cerca de R$ 8 bilhões por ano se reciclasse todos os resíduos que são encaminhados aos lixões e aterros sanitários.

Atualmente a economia gerada com a atividade de reciclagem varia de R$ 1,5 bilhões a R$ 3 bilhões anualmente. As informações são do Ministério do Meio Ambiente. Além dos benefícios econômicos, o estudo apontou as vantagens ambientais da reciclagem.

Os dados foram apresentados ontem (14), durante uma reunião com as ministras Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social, e representantes do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal.

No encontro, também foram discutidas a elevação do nível de renda dos catadores de lixo e a necessidade de estímulo à profissionalização da mão de obra. Foi anunciada ainda a criação de um grupo de trabalho para discutir as medidas legais para a implementação do Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos.

Atualmente, apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos são destinados à reciclagem.

fonte: Agencia Brasil
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos - Desafios e perspectivas

O Idec em parceria com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e apoio do CEPEDISA, (Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo), promovem no próximo dia 13 de abril a Mesa redonda “Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos: desafios e perspectivas”.
O Brasil é hoje o maior mercado consumidor de agrotóxicos no mundo e resíduos de agrotóxicos tem sido encontrados em diversos alimentos, muitas vezes, acima do limite permitido pela legislação. É preciso dialogar sobre os desafios de promover o uso responsável dos agrotóxicos o que envolve esclarecimento aos consumidores e fortalecimento de políticas que aumentem o controle da sociedade sobre os efeitos negativos trazidos pelo uso indiscriminado desses produtos.
O objetivo do evento é discutir os avanços e perspectivas do Programa de monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos (PARA), que controla, desde 2003, a aplicação de agrotóxicos nos alimentos consumidos pela população.
O público alvo esperado para o evento é de organizações de defesa do consumidor, representantes das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, representantes da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento e profissionais de saúde.As inscrições são gratuitas, faça sua inscrição até o dia 12 de abril. Inscrições sujeitas a confirmação Data: 13 de abril de 2010Horário:14h00 às 17h30Local: Faculdade de Saúde Pública, Auditório Paula Souza (Av. Dr. Arnaldo, 715, Cerqueira César, São Paulo, SP)Realização: Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e ANVISA - Agência Nacional de Vigilância SanitáriaApoio: CEPEDISA - Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Programação
13h30 Credenciamento
14h10 Abertura: José Agenor Álvares da Silva (Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária)Lisa Gunn (Coordenadora Executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)
14h30 Moderadora: Silvia Vignola (Idec Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)
“O papel do MAPA no monitoramento de resíduos de agrotóxicos nos alimentos”Carlos Ramos Venâncio (Chefe do Serviço de Controle de Resíduos e Contaminantes da Área Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)
“As competências da ANVISA e o PARA – desafios para minimizar os riscos à saúde dos consumidores”Luis Cláudio Meirelles (Gerente Geral da GGTOX/ANVISA)
“O Controle social sobre os efeitos dos agrotóxicos“Representante do Fórum Nacional de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos“Os consumidores e os programas de monitoramento de agrotóxicos”Reinaldo Skalisz (FNECDC, Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor)
16h00 Debate
17h30 Encaminhamentos e encerramento
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

FUNDO DE DIREITOS DIFUSOS abre seleção de projetos

Brasília, 02/03/2010 (MJ) – O Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD) está com inscrições abertas para o financiamento de projetos nas áreas de meio Ambiente, proteção e defesa do consumidor, defesa da concorrência e patrimônio cultural brasileiro, além de outros direitos difusos e coletivos tutelados. Podem concorrer pessoas jurídicas de direito público das esferas estadual, municipal e do Distrito Federal, entidades civis sem fins lucrativos e organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs).

Há duas formas de se candidatar ao financiamento dos projetos: proposta de trabalho e carta-consulta. A primeira é para pessoas jurídicas de direito público das esferas estadual, municipal e do Distrito Federal e as entidades civis sem fins lucrativos que não detenham o título de OSCIP e para as OSCIPs. O cadastro deve ser feito no Sistema de Convênios, Contrato de Repasse e Termos de Parceria (Siconv), do governo federal - www.convenios gov.br.
Os órgãos federais podem se candidatar por meio das cartas-consulta que deverão ser encaminhadas por via postal, em cinco vias (ver em Controle Processual da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. O modelo da carta está na página de instruções. As instituições interessadas em receber o financiamento federal tem entre 3 de março e 15 de abril para mandar as propostas e carta-consulta ao CFDD. A lista dos escolhidos será divulgada pelo conselho até o 10º dia útil do mês de agosto, também por meio do site. A execução dos projetos será financiada ao longo de 2011.

Em 2010, o Fundo de Direitos Difusos (FDD) investiu R$ 9,7 milhões em projetos. Estão sendo financiadas propostas de trabalho nas áreas de restauração de museus, meio ambiente, digitalização de acervos históricos, reestruturação de Defensoria Pública, capacitação de agentes comunitários e implantação de projetos educativos, entre outros. O orçamento é praticamente o mesmo de 2009. Para 2010, a maior parte dos recursos do fundo veio das seguinte áreas: infração à ordem econômica, 88,12%; condenações judiciais, 6% e multas aplicadas por desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, 5.16%. O Fundo de Defesa dos Direitos Difusos existe desde 2000. Gerido por um conselho interministerial com representantes da sociedade civil, presidido por um representante da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, o fundo administra verbas de condenações judiciais vencidas pela União para aplicação em projetos nas áreas de defesa do consumidor, meio ambiente e patrimônio histórico, por exemplo.
Endereço para o envio de cartas-consulta:
Ministério da Justiça Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos -CFDD, Esplanada dos Ministérios, Bloco T Edifício Sede, 5º andar, sala 532, 70064-900 Brasília-DF.

Postado por Cacau Nascimento
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segunda-feira, 29 de março de 2010

São Leopoldo terá coleta domiciliar de óleo de cozinha

Estou muito contente com esta notícia, afinal o nosso projeto acabou de ser aprovado na integra ew colocado em pratica já em meados de abril. Estou feliz por ter tido esta iniciativa e muito mais feliz porque quem ganha é toda a população e a natureza. Parabéns Secretario Darci Zanini e toda sua equipe pelo cavalherismo de aceitar as boas ideias independente de rótulos partidários.
OBRIGADO
Edson Brow

A Prefeitura de São Leopoldo, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), iniciará no dia 26 de abril a coleta de óleo de cozinha usado, cujo despejo no ralo da pia ou em bueiros polui rios e arroios e pode provocar entupimentos da rede de esgoto. O resíduo será recolhido pelo mesmo caminhão que já realiza a coleta seletiva (do lixo reciclável).
Contaminação
Cada litro de óleo de soja, girassol ou canola despejado de forma indiscriminada no meio ambiente tem potencial para contaminar um milhão de litros de água, degradando os mananciais. Além disso, quando jogada na pia da cozinha, a gordura endurece e causa obstrução dos canos.
O óleo coletado será destinado à organização não-governamental (ONG) Mundo+Limpo e servirá de matéria-prima para a fabricação de sabão em barra, amaciantes, desinfetantes, detergente líquido e detergente em gel. A ONG é formada por moradores de São Leopoldo e alia geração de renda (dentro da economia solidária) à preservação da natureza.
Como proceder
Você pode separar o óleo de cozinha usado toda vez que limpar a frigideira, juntando-o em garrafas plásticas fechadas que podem ser entregues para a coleta seletiva domiciliar toda vez que o caminhão passar na sua rua.
"São Leopoldo está se tornando uma das cidades pioneiras na coleta de casa em casa do óleo de cozinha usado. Agora temos que divulgar a ação para ampliar a participação do público e garantir a preservação do meio ambiente", enfatiza o diretor de Resíduos Sólidos da Semmam, Mário Selli.

Materia publicada no site da prefeitura de São Leopoldo
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sábado, 27 de março de 2010

A HORA DO PLANETA SERÁ HOJE

No dia 27 de março, das 20h30 às 21h30, milhares de casas em todo o mundo ficarão às escuras - voluntariamente - por 60 minutos. O movimento Hora do Planeta, promovido pelo WWF - Worldwide Fund for Nature -, ONG ambientalista de relevância mundial, convida governos, empresas e civis a protestarem contra os efeitos das mudanças climáticas na Terra. Para ajudar a campanha basta apagar as luzes da sua casa durante uma hora.

O Brasil participa pela segunda vez do ato simbólico e, este ano, a cidade do Rio de Janeiro foi eleita a sede do movimento. Entre outros locais, serão apagados o Cristo Redentor, Praia de Copacabana, Arpoador, Igreja da Penha, Jockey Club e Pão de Açúcar. "Nosso desafio é ser uma das cidades com maior adesão à Hora do Planeta em todo mundo", destacou Carlos Osório, Secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos. O Ministério do Meio Ambiente também apoiará a iniciativa do WWF.

"A Hora do Planeta é um gesto de engajamento, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela solução, pela conservação do planeta e, principalmente, pela vida", afirma o presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza. Mais informações no site da WWF.

“Estima-se que 16,1% de toda a eletricidade gerada no país sejam desperdiçadas.”

Em dezembro de 2009, vários países comprometidos com o planeta, em meio a grande polêmica e opiniões divergentes, assinaram um acordo internacional na tentativa de manter o aquecimento global abaixo dos 2ºC. A 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, na Dinamarca, buscou sobretudo alertar os governos para reduzirem drasticamente as emissões de gases causadores do efeito estufa.

Energia no Brasil

No Brasil, o desmatamento da Amazônia e do Cerrado é responsável por 75% das emissões de gás carbônico, o principal responsável pelo aquecimento global. Essa estatística já colocou o Brasil em 6º lugar no ranking dos países que mais poluem, segundo dados da ONU de 2004. Mas não é só o desmatamento florestal que contribui para o aquecimento do planeta. As fontes de energia também são altamente poluentes.

Com 87% da sua matriz energética provenientes de hidroelétricas, o Brasil está à beira de um colapso, devido ao baixo nível dos reservatórios nas usinas do Sudeste. Para atender a demanda por energia, o governo prevê triplicar a emissão de CO2 com a criação de 82 novas unidades termelétricas movidas por combustível fóssil. Os dados coletados pela Empresa de Planejamento Energético, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, indicam que a expansão energética no país caminha na contramão dos esforços para minimizar os efeitos do aquecimento global. O pré-sal e a exploração do petróleo também significam um retrocesso, já que muita gasolina será produzida.

As hidroelétricas, usinas que menos poluem, continuam sendo a melhor opção. Investir em fontes alternativas, como a energia eólica, e aumentar a eficiência da produção são cruciais. Estima-se que 16,1% de toda a eletricidade gerada no país sejam desperdiçadas.

Preocupação com o futuro

No mundo, os maiores consumidores de energia são os Estados Unidos, China e Índia. Segundo dados divulgados no ano passado pela consultoria Ernst Young em parceria com a FGV Projetos, da Fundação Getúlio Vargas, as imensas reservas de carvão do país asiático deverão colocá-lo em primeiro lugar no ranking de países emissores de CO2 em 2015. As previsões também indicam que a China será o maior consumidor de energia em 2010. O Brasil passará da 11ª posição a 7ª nos próximos 22 anos, de acordo com o estudo.

Os norte-americanos continuam, no entanto, em primeiro lugar quando o assunto é poluição por habitante. As emissões por indivíduo dos Estados Unidos são quatro vezes maiores do que as da China, mesmo com uma população muito menor. As formas de energia mais utilizadas por lá são o petróleo, o gás natural e o carvão, fontes altamente poluentes. Uma das metas do novo presidente norte-americano Barack Obama é optar por matrizes energéticas mais limpas e, assim, diminuir a emissão de CO2.
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**Desenho: Mamanunes Templates **Inspiração:Ipietoon's **Imagem digital: Kazuhiko Nakamura